segunda-feira, 3 de maio de 2010

Direitos Humanos, liberdade e respeito à pessoa

O site inglês Iranian Railroad for Queers Refugees publicou matéria que trata da situação da militante lésbica iraniana Kiava Firouz, ao mesmo tempo em que faz campanha solicitando assinatura ao pedido para que a militante não seja deportada da Inglaterra.

Vejam o resumo da matéria:

Kiava Firouz é iraniana, e nasceu em 1983 em Teerã. Ela produziu um documentário sobre a vida de homossexuais no Irã, o que acabou por colocar em risco sua própria vida naquele país, obrigando-a a se refugiar e pedir asilo no Reino Unido, onde atualmente está vivendo. Vale lembrar que o Irã é um dos sete países do mundo que criminaliza a homossexualidade com a aplicação de pena de morte, geralmente por enforcamento ou apedrejamento.

Porém, embora reconheça sua orientação sexual, o governo britânico negou o pedido de asilo de Kiava Firouz, o que implicará em sua deportação em curto prazo. É certo que se Kiava voltar ao Irã ela será assassinada pelo regime dos Aiatolás.

Contra esta decisão foi apresentado um recurso, mas segundo a opinião da pessoa que se apresentou como responsável e garantidora do pedido de asilo, a chance desta decisão ser mudada é pequena.

Para salvar a vida de Kiana Firouz, suspendendo sua deportação do Reino Unido, peço que assinem a petição on line no seguinte endereço:
http://www.petitiononline.com/kianaf/petition.html

O caminho para assinar o documento é o seguinte:

1) acesse o site;

2) coloque seu nome no quadro (name) e e-mail no qudro Email Address;

3) clicar em Sign Petition;

4) clicar em Approve Signature;


Fonte: Resumo da matéria feita por Eduardo Piza (Instituto Edson Neris – IEN).



4 comentários:

  1. Amei a foto em preto-e-branco aí em cima, amei. Ficou bonito sobre esse fundo cinza.

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  2. Bela causa! Já assinei.

    Devo concordar com a Tânia: a foto está sensacional!
    Abraço!

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  3. Caro Alan, breve teremos outras fotos belas. Abraço. Luiz.

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  4. Incrível, mas infelizmente a realidade para muitos é de um mundo cruel.

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