domingo, 20 de fevereiro de 2011

Nunca traí minha FÉ e nem minha opção RELIGIOSA. Pai Francelino de Shapanan


PREZADOS SACERDOTES E SACERDOTISAS, SENHORES E SENHORAS POVO DAS COMUNIDADES TRADICIONAIS DE TERREIRO DO CAN-DOMBLÉ E DA UMBANDA DO BRASIL E DO MUNDO.

Solicita que façam em seus Ilês, Templos, Abassas, Inzos, Casas, Terreiros, Comunidades Tradicionais, Associações, Centro Culturais entre tantos e tantas outras denominações religiosas.

Referências: com orações, cânticos, rezas, orikis, falas, cantigas, danças, depoimentos, homenagens referente a esta data: 18 DE FEVEREIRO DE 2006.

Data de sua volta ao Orun (céu).
Estamos falando do sr. FRANCELINO VASCONCELOS FERREIRA, TOY VODUNNON FRANCELINO DE SHAPANAN, Pai Francelino de Shapanan, como era carinhosamente conhecido, ícone, paraense, nossa personalidade, pai de muitos filhos de filhas de santo, grande referência dentro das Tradições Jeje/Nagô no Tambor de Mina, em São Paulo.

Presidia religiosamente CASAS DAS MINAS THOYA JARINA em DIADEMA, SP, bem como foi presidente da FUCABRAD/ABCD, do Instituto Nacional da Tradição e Cultura Afro-Brasileira - INTECAB/SP, defendendo um diálogo Inter–religioso com o lema “UNIÃO NA DIVERDIDADE”, apontando caminhos para necessidade de Núcleos e Seminários nas Comunidades de Terreiro da umbanda e candomblé.

Sempre se preocupou em trazer nomes de grandes expressões acadêmicas e religiosas para dentro do Instituto para que os mesmos ajudassem, contribuíssem e participasse das dificuldades e história de cada um, ainda mais em nossas questões de desrespeito religioso.

NUNCA IREMOS NOS ESQUECER:
De suas políticas para os avanços do Povo do santo; suas colocações, entrevistas, depoimentos, diálogos, participações em programas televisivos e radiofônicos, suas desmistificações em torno da Religiosidade com bastante firmeza e franqueza colocando sempre a verdade acima de tudo, desmistificado o que pertence ou não a nossa cultura religiosa, trazendo sempre o histórico e a cultura de outras tradições religiosas de matriz africana existentes no continente africano para o Brasil.

Sempre acompanhado com um pequeno grupo de conselheiros (as) que sempre fizeram juntos à diferença. Contando com o apoio dos seus mais velhos de idade de santo. Tudo isto a nível nacional e até internacional em suas visitas também de Portugal ao continente africano.

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