terça-feira, 28 de julho de 2015

As cores do sagrado


Passando por Recife, encontrei um tempo e fui ver a exposição Carybé – As cores do Sagrado, no espaço Caixa Cultural, formada por cinquenta aquarelas feitas pelo artista entre 1950 e 1980, documentando o Candomblé por meio de uma sequência que retrata alguns dos seus importantes rituais, como a iniciação, o axexê, o culto aos ancestrais, como também mostrando as festas, trajes, símbolos e cerimônias.

Conhecido como Carybé, Hector Julio Paride Bernabó, argentino de nascimento, viveu no Brasil e se considerava baiano por opção. Pintor, escultor, ilustrador, desenhista, cenógrafo, ceramista, historiador, pesquisador e jornalista. Recebeu vários prêmios por sua obra, mas o título de que mais se orgulhava era o de Obá de Xangô, oferecido pelo terreiro de candomblé Ilê Axé Opô Afonjá (Salvador), onde foi iniciado na religião.  




Um comentário:

  1. Belíssima exposição! Imagine você poder ver os originais de Carybé tão conhecidos .....

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