terça-feira, 30 de agosto de 2016

Curso de Antropologia Afro-brasileira


Curso de Ciências Sociais - UFRN - 2016.
 
Objetivo: Introduzir conteúdos sobre a presença das populações negras no processo de construção e reconstrução da sociedade e cultura brasileira. Refletir sobre os processos políticos de construção de identidades e pertencimentos étnico-racial.

Programa:
1.    O negro no pensamento social brasileiro: relações raciais, desigualdade e dominação; práticas políticas e os movimentos sociais negros.

2.    Identidades étnicas e relações raciais: territórios negros, identidades quilombolas; resistência e negritude; comunidades quilombolas no RN.

3.    Religiões afro-brasileiras: estruturas religiosas, organização ritual e diversidade; religiões de matriz africana e afro-indígenas no RN; intolerância religiosa.
 

 

segunda-feira, 29 de agosto de 2016

Dia histórico


A presidenta Dilma Rousseff, em decisão corajosa, vai ao senado, profere discurso, enfrenta os parlamentares e, de forma impecável, se defende das acusações de crime de responsabilidade.

"Diante das acusações que contra mim são dirigidas, não posso deixar de sentir novamente o gosto amargo da injustiça e do arbítrio. Mas como no passado, resisto. Não esperem de mim o obsequioso silêncio dos covardes" (Dilma Rousseff).

 

segunda-feira, 22 de agosto de 2016

Lilia Moritz Schwarcz escreve sobre a abertura dos Jogos Olímpicos de 2016

Por que é que o Brasil, em eventos internacionais desse tipo, sempre mostra apenas seu lado mais exótico, e, sobretudo, repisa a imagem de povo pacífico que resolve tudo na base da ‘cordialidade’?

https://www.nexojornal.com.br/colunistas/2016/O-som-do-sil%C3%AAncio-uma-nota-sobre-a-abertura-dos-Jogos-Ol%C3%ADmpicos-de-2016

quinta-feira, 18 de agosto de 2016

Livro: "Show de Mamulengos" de Heraldo Lins


“Show de Mamulengos” de Heraldo Lins


Os estudos dedicados ao tema do teatro de bonecos, brincadeira conhecida no nordeste brasileiro por mamulengo e, em terras potiguares, João Redondo, sempre enfatizou aqueles aspectos da concepção e prática mais ligados à tradição, em especial, uma forma que se alimenta e reproduz pela memória e oralidade constituídas no cotidiano das comunidades de brincantes. Todavia, um viés de reflexão acadêmica vem sendo elaborado, colocando em evidência diferentes elementos que perpassam a discussão da categoria tradição, pensando-a em contextos de processos sociais de elaboração e reelaboração da cultura. Essa perspectiva de análise procura contemplar o universo simbólico advindo da memória longa produzida pelo grupo, fruto da vivência coletiva, dos intercâmbios e circularidades dos atores sociais, como também das dinâmicas postas na contemporaneidade social via consumo, agenciamento, massificação, mídia, performance, espetáculo. 
Nesse complexo campo de construção do conhecimento é importante ressaltar que a mistura dinâmica da cultura e a construção de formas híbridas de expressões de sujeitos num mundo de diferenças materiais e simbólicas coloca uma questão central para as culturas populares e dizem respeito às operações tecidas pelos grupos populares nesses contextos plurais, moventes; dizendo de outra forma: os pesquisadores têm se perguntado sobre as estratégias levadas adiante pelos grupos populares frente ao dilema tradição – modernidade.
Essas questões estão postas e são analisadas por Zildalte Ramos de Macêdo em seu livro “Show de Mamulengos” de Heraldo Lins: construções e transformações de um espetáculo na cultura popular, publicado pela Editora IFRN (Natal, 2016).  Resultado de um longo caminho de pesquisa empírica, bibliográfica e cuidadosa análise conceitual, foi inicialmente apresentado como dissertação de mestrado no Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social da Universidade Federal do Rio Grande do Norte, tendo como proposta central estudar o processo de construção e transformação do espetáculo de mamulengo, concebido e apresentado pelo artista potiguar Heraldo Lins a mais de duas décadas.

terça-feira, 16 de agosto de 2016

Abertura da festa para o Mestre Benedito Fumaça



 

 
 
 
Todas as fotografias e vídeos da festa do Mestre Benedito Fumaça, publicados nesta página, foram produzidos por membros da comunidade religiosa de Pai Freitas. 

Mestres e Mestras na festa do Mestre Benedito Fumaça


 

 



 


 


quinta-feira, 11 de agosto de 2016

Pai Freitas


Pai Freitas comemorou 30 anos de jurema com festa e inauguração de barracão dedicado ao Mestre Benedito Fumaça, situado na localidade de Mangabeira (estrada Natal – Macaíba).
Em 1986, com onze anos de idade, Pai Freitas faz sua iniciação na jurema pelas mãos de Pai Rivaldo, tendo Babá Karol como padrinho. No ano seguinte, realiza renovação e consagração na jurema com Babá Karol. A partir desse momento, realiza com Babá Karol, todas as renovações de jurema, até completar os 21 anos de religião.
 


 


 
 

Lançamento de livro


Semana de Cultura Popular da UFRN


Com o tema Culturas populares: objetos, rituais, patrimônio foi realizada no Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes da UFRN, no período de 08 a 10 de agosto de 2016, a Semana de Cultura Popular. Promovida pelo Grupo de Estudos Culturas Populares, com o apoio do Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social e IFRN-Campus Canguaretama, a semana contou com uma programação que incluiu apresentações culturais, roda de conversa, palestra, e mesa redonda.
Entre as apresentações, o Grupo Coco de Zambê da comunidade de Sibaúma e o Grupo Caçuá de Mamulengos do município de Currais Novos-RN.
A programação contou, ainda, com a presença do professor Daniel Reis (IPHAN-RJ) que ministrou a conferência “Artes populares, diálogos e tensões contemporâneas”.
O Grupo de Estudos Culturas Populares da UFRN tem como objetivo estimular a reflexão e produção de conhecimentos na temática da dinâmica das culturas populares contemporâneas.  

 


 
 

terça-feira, 2 de agosto de 2016