segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

Livros e Carnaval


A antropóloga Maria Laura Cavalcanti, editora-chefe da revista “Sociologia&Antropologia”, indica 5 livros para entender o Carnaval.
https://www.nexojornal.com.br/estante/favoritos/2017/5-livros-para-entender-o-carnaval?utm_campaign=a_nexo_2017217_-_duplicado&utm_medium=email&utm_source=RD+Station

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

Modupé, meu amigo


Modupé, meu amigo foi escrito por Stefania Capone e Leonardo Carneiro pensando, em especial, no público escolar – alunos e professores do ensino fundamental e médio. O objetivo é apresentar ideias e noções primeiras sobre as religiões afro-brasileiras, que possam alargar os conhecimentos sobre o universo religioso e contribuir no combate a intolerância religiosa. 
Ao longo da história contada, o personagem principal mergulha no mundo sagrado dos orixás, das religiões afro-brasileiras e de tudo que os povos africanos criaram no Brasil. No final do livro um glossário é anexado, contendo a explicação sobre alguns dos termos presentes no texto.
O livro, editado pela Pallas (Rio de Janeiro) tem ilustrações de Victor Tavares.

Stefania Capone é antropóloga, estuda o candomblé brasileiro desde os anos de 1980. Atualmente é Diretora do Centro Nacional de Pesquisa Científica da França e professora-pesquisadora do Centre d’études en sciences sociales du religieux – École des Hautes Études en Sciences Sociales, Paris, França. Entre seus livros, destacam-se “A busca da África no candomblé” e “os yoruba no Novo Mundo”.
Leonardo Carneiro é professor do curso de Geografia e do Programa de Pós-Graduação em Geografia da UFJF-MG. Escreveu tese sobre o candomblé e a umbanda no Rio de Janeiro. Foi iniciado no candomblé no Ilê Axé Ifá Monge Gibanauê (Queimados-RJ).  

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

Povos e comunidades tradicionais de matriz africana


A Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial disponibilizou em seu sítio eletrônico o download de suas recentes publicações, entre elas a Cartilha e o Caderno de Debates “Povos e comunidades tradicionais de matriz africana”.  
Segue o link de acesso:

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

Nação Zamberacatu


Pelo quinto ano consecutivo o Nação Zamberacatu comemora o dia de Iemanjá com apresentações na Praia do Meio (Natal Rn), ao lado da estátua da divindade. O grupo é formado por j@vens comprometid@s com questões relacionadas à cultura afro-brasileira e, a maior parte d@s integrantes faz parte da casa de Babá Melqui (Extremoz Rn). Durante a apresentação do batuque, flores, muitas flores, eram colocadas pelas pessoas ao lado da estátua. Foram realizadas saudações para a rainha do mar e cantaram-se alguns dos seus pontos.

Iracema Albuquerque, idealizadora e organizadora do grupo foi lembrada e homenageada.

Um destaque importante desse dia foi a presença de um grande número de pessoas que estiveram no local para participar das homenagens. Estudantes, turistas, pessoas ligadas à religião e muitas outras pessoas, moradoras do entorno e da cidade.  O evento parece se consolidar no calendário desse público que foi a Praia do Meio. No entanto, precisa que os órgãos de cultura e turismo consigam ter olhos para enxergar o que acontece nas bordas da cultura.  

Hoje, o Nação Zamberacatu e a cultura afro-brasileira ocuparam um espaço público para falar de suas existências, resistências de mundos e de culturas. Esse ato cultural, fundamentalmente político, de conquista e de visibilidade positiva, é significativo para os processos de construções de pertencimentos, de histórias de vidas e de memórias culturais. E @s jovens estão sabendo fazer essas conquistas.