Alhandra e o clã do Acais
Em 1864, dois anos após a extinção dos aldeamentos indígenas na freguesia de Alhandra, inicia-se a medição e demarcação das terras indígenas na Paraíba, dividindo-as em lotes e entregues com seus respectivos títulos aos índios, na qualidade de posseiros. Segundo a documentação oficial da época, Inácio Gonçalves de Barros, ultimo regente dos índios de Alhandra, recebeu 62:500 braças quadradas de terras, em um lugar denominado Estivas. Documentos demonstram, ainda, a insatisfação do regente, através de pedido de restituição das terras dos índios. Para os juremeiros da região nordeste, Alhandra é uma das mais fortes referências mitológicas e simbólicas da prática do catimbó e da ciência da jurema. Essa tradição foi cultuada e mantida pelo mestre Inácio e seus descendentes. Mestre Inácio era irmão da mestra Maria Gonçalves de Barros, a primeira Maria do Acais e pai do meste Casteliano Gonçalves e de Maria Eugenia Gonçalves Guimarães, a segunda e prestigiosa Maria do Acais. A segunda Mari...
Caro Prof. Luiz,
ResponderExcluirbela essa fotografia e a sua iniciativa
de lançar o blog, é muito legal termos
acesso ao ponto de vista e às realizações
dos intelectuais que admiramos, já está
entre meus favoritos,
abraço,
Heloisa
Aqui foi a casa que tudo começou, com muito amor e carinho esta casa mora a minha Tia Dulcilia e aproveito para agradecer a Rede onde dormi quando estive lá de Ferias em 12/2007.
ResponderExcluirAldemir Aquino.
Qu maravilha, esse é um achado. Preciso ler o livro todo, com urgência!
ResponderExcluirObrigada pelo blog, porta de entrada para as pesquisas que estou em vias de iniciar.