quarta-feira, 1 de abril de 2020

Armadilhas da memória


Uma leitura. Estou sempre a visitar Jerusa Pires Ferreira. Em seus escritos posso viajar; eles me inspiram. Existe o exercício do conhecer, aprender, fazer conexões. Talvez por isso, sempre volto.  Foi em sua sala de aula que conheci Zumthor, Meletinski, Lotman e a antropóloga Ruth Finnegan, teóricos da poesia oral que mexeram com meu pensamento. Volto a visitar “Armadilhas da memória” para tentar compreender um pouco mais referências conceituais – cultura, memória, poética, e, em especial, o imaginário popular nordestino.

Cantadoras do sertão nordestino


O universo das cantadoras e cantadores de viola no sertão nordestino continua vivo, pulsante, nos escritos dos cordéis e nas performáticas apresentações em cantorias. Uma nova geração se faz presente nesse cenário e que pode ser conhecida na internet. Um dos nomes dessa geração é Fabiane Ribeiro e Marcelane Araújo, entre tantos outros nomes. No vídeo elas cantam “Me perdi por te perder”, estilo conhecido por canção.
 

A Política Nacional Aldir Blanc (PNAB) e a Mediação Simbólica nas Artes em Santa Rita – PB

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