segunda-feira, 22 de agosto de 2016

Lilia Moritz Schwarcz escreve sobre a abertura dos Jogos Olímpicos de 2016

Por que é que o Brasil, em eventos internacionais desse tipo, sempre mostra apenas seu lado mais exótico, e, sobretudo, repisa a imagem de povo pacífico que resolve tudo na base da ‘cordialidade’?

https://www.nexojornal.com.br/colunistas/2016/O-som-do-sil%C3%AAncio-uma-nota-sobre-a-abertura-dos-Jogos-Ol%C3%ADmpicos-de-2016

quinta-feira, 18 de agosto de 2016

Livro: "Show de Mamulengos" de Heraldo Lins


“Show de Mamulengos” de Heraldo Lins


Os estudos dedicados ao tema do teatro de bonecos, brincadeira conhecida no nordeste brasileiro por mamulengo e, em terras potiguares, João Redondo, sempre enfatizou aqueles aspectos da concepção e prática mais ligados à tradição, em especial, uma forma que se alimenta e reproduz pela memória e oralidade constituídas no cotidiano das comunidades de brincantes. Todavia, um viés de reflexão acadêmica vem sendo elaborado, colocando em evidência diferentes elementos que perpassam a discussão da categoria tradição, pensando-a em contextos de processos sociais de elaboração e reelaboração da cultura. Essa perspectiva de análise procura contemplar o universo simbólico advindo da memória longa produzida pelo grupo, fruto da vivência coletiva, dos intercâmbios e circularidades dos atores sociais, como também das dinâmicas postas na contemporaneidade social via consumo, agenciamento, massificação, mídia, performance, espetáculo. 
Nesse complexo campo de construção do conhecimento é importante ressaltar que a mistura dinâmica da cultura e a construção de formas híbridas de expressões de sujeitos num mundo de diferenças materiais e simbólicas coloca uma questão central para as culturas populares e dizem respeito às operações tecidas pelos grupos populares nesses contextos plurais, moventes; dizendo de outra forma: os pesquisadores têm se perguntado sobre as estratégias levadas adiante pelos grupos populares frente ao dilema tradição – modernidade.
Essas questões estão postas e são analisadas por Zildalte Ramos de Macêdo em seu livro “Show de Mamulengos” de Heraldo Lins: construções e transformações de um espetáculo na cultura popular, publicado pela Editora IFRN (Natal, 2016).  Resultado de um longo caminho de pesquisa empírica, bibliográfica e cuidadosa análise conceitual, foi inicialmente apresentado como dissertação de mestrado no Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social da Universidade Federal do Rio Grande do Norte, tendo como proposta central estudar o processo de construção e transformação do espetáculo de mamulengo, concebido e apresentado pelo artista potiguar Heraldo Lins a mais de duas décadas.

terça-feira, 16 de agosto de 2016

Abertura da festa para o Mestre Benedito Fumaça



 

 
 
 
Todas as fotografias e vídeos da festa do Mestre Benedito Fumaça, publicados nesta página, foram produzidos por membros da comunidade religiosa de Pai Freitas. 

Mestres e Mestras na festa do Mestre Benedito Fumaça


 

 



 


 


quinta-feira, 11 de agosto de 2016

Pai Freitas


Pai Freitas comemorou 30 anos de jurema com festa e inauguração de barracão dedicado ao Mestre Benedito Fumaça, situado na localidade de Mangabeira (estrada Natal – Macaíba).
Em 1986, com onze anos de idade, Pai Freitas faz sua iniciação na jurema pelas mãos de Pai Rivaldo, tendo Babá Karol como padrinho. No ano seguinte, realiza renovação e consagração na jurema com Babá Karol. A partir desse momento, realiza com Babá Karol, todas as renovações de jurema, até completar os 21 anos de religião.
 


 


 
 

Lançamento de livro


Semana de Cultura Popular da UFRN


Com o tema Culturas populares: objetos, rituais, patrimônio foi realizada no Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes da UFRN, no período de 08 a 10 de agosto de 2016, a Semana de Cultura Popular. Promovida pelo Grupo de Estudos Culturas Populares, com o apoio do Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social e IFRN-Campus Canguaretama, a semana contou com uma programação que incluiu apresentações culturais, roda de conversa, palestra, e mesa redonda.
Entre as apresentações, o Grupo Coco de Zambê da comunidade de Sibaúma e o Grupo Caçuá de Mamulengos do município de Currais Novos-RN.
A programação contou, ainda, com a presença do professor Daniel Reis (IPHAN-RJ) que ministrou a conferência “Artes populares, diálogos e tensões contemporâneas”.
O Grupo de Estudos Culturas Populares da UFRN tem como objetivo estimular a reflexão e produção de conhecimentos na temática da dinâmica das culturas populares contemporâneas.  

 


 
 

terça-feira, 2 de agosto de 2016

quinta-feira, 31 de março de 2016

As garotas dinamarquesas



A professora Berenice Bento (UFRN) escreve sobre o filme "A garota dinamarquesa" para a Revista Cult:



BERENICE BENTO: As garotas dinamarquesas – Revista CULT: 'Sobre o longa de Tom Hooper, desloco meu olhar para outra dimensão que, a meu ver, são os temas centrais do filme: o amor e o cuidado'

quarta-feira, 30 de março de 2016

Uma vida entre engenhos e congos

Mestre Tião Oleiro entrevistado por Luiz Assunção (UFRN) 

Sebastião João da Rocha, Mestre Tião Oleiro, nascido a 14 de maio de 1914, brincante da cultura popular potiguar, agricultor, trabalhador de engenhos e usinas de cana de açúcar, residente na comunidade de Taboão, a 8 km da sede do município Ceará Mirim, estado do Rio Grande do Norte.  Em 1934 organizou o grupo Congos de Guerra e desde então é o responsável e um dos principais divulgador da tradição dos congos no estado. Mestre Tião Oleiro é Patrimônio Vivo do RN, conforme lei estadual de promoção da cultura popular potiguar. No ano em que completou 100 anos de idade, recebeu do governo brasileiro a Ordem do Mérito Cultural 2014, o mais importante prêmio concedido a personalidades que se distinguiram por suas relevantes contribuições a cultura brasileira. 

A congada é um auto que apresenta elementos temáticos africanos e ibéricos, supostamente originado das cerimônias de coroação de reis e rainhas negros, anualmente escolhidos pelos escravos. Difundido no país, desde o século XVII, a variante potiguar dos congos, conta a história da luta entre as forças do embaixador da rainha Ginga de Angola contra o rei Dom Henrique Cariongo, seu irmão. A embaixada, cujo objetivo é o trânsito de tropas da rainha pelas terras do rei Cariongo, resulta a morte do príncipe Sueno, filho do Rei. A dramatização desse episódio transcorre entre canto, dança e simulacros guerreiros de espadas. Atualmente três grupos estão atuando no estado, os congos de guerra do mestre Tião Oleiro; os congos de saiote, em São Gonçalo do Amarante e os congos de calçolas, na praia de Ponta Negra.

Conheci o mestre Tião Oleiro em 2003, a convite dos professores Gibson Machado Alves e Helenita Nakamura, com os quais compartilhei um dia de sábado na casa do referido mestre, ouvindo-o falar de sua história, apresentar os companheiros de lida, cantar trechos de algumas jornadas, ensaiar passos, tocar o fole e, no final da tarde, botar a brincadeira no terreiro, em frente de sua residência. Em 2006, voltei a sua casa, novamente em companhia do professor Gibson, e, dessa vez, com a missão de realizar uma entrevista com o mestre dos Congos de Guerra. Conversamos longas horas e esta tarde de conversa, contou também com a participação do brincante seu José Baracho, na época com 79 anos de idade. Grande parte dos ensinamentos dos mestres foi gravada em duas fitas k7, posteriormente transcrita, que ao somar-se a algumas referências bibliográficas, proporciona uma leitura sobre a história de vida do Mestre Tião, em especial, o entrelaçamento da vida e brincadeira, que faz peculiar a existência desse homem-mestre.  tem por finalidade premiar personalidades nacionais e estrangeiras que se distinguiram por suas relevantes contribuições prestadas à Cultura. tem por finalidade premiar personalidades nacionais e estrangeiras que se distinguiram por suas relevantes contribuições prestadas à Cultura.

A entrevista completa pode ser lida no link:

http://www.periodicos.ufrn.br/cronos/article/view/8267/pdf
tem por finalidade premiar personalidades nacionais e estrangeiras que se distinguiram por suas relevantes contribuições prestadas à Cultura.tem por finalidade premiar personalidades nacionais e estrangeiras que se distinguiram por suas relevantes contribuições prestadas à Cultura.

segunda-feira, 21 de março de 2016

POESIA E SOCIEDADE


Durante quatro anos orientei uma pesquisa de doutorado sobre a obra poética de Manoel de Barros, realizada por Kelson Gérison Oliveira Chaves. Ao final, tive a satisfação de ver a pesquisa ser premiada em edital de Fomento à Literatura, do Ministério da Cultura. Haviam mais de novecentos inscritos, em diversas categorias (tais como romance, conto, poesia). O trabalho de meu orientando, Kelson Oliveira, foi selecionado na categoria “Pesquisa Literária”.

O edital objetivava fomentar a produção, difusão, circulação, formação e pesquisa literária nacional, tendo sido lançado em 2014 por iniciativa da Diretoria do Livro, Leitura, Literatura e Bibliotecas do Ministério da Cultura. Entre os critérios de seleção da categoria “Pesquisa Literária” estavam a “consistência e abrangência do projeto”, a “excelência do conteúdo e da fundamentação teórica quanto à temática abordada”, bem como a “relevância temática para o desenvolvimento da literatura brasileira”.

Agora, em 2016, quando se comemora o centenário do poeta Manoel de Barros, Kelson está finalizando a edição de seu texto para publicação em formato de livro, procurando contribuir, assim, com os eventos e discussões que se realizarão no centenário do poeta pantaneiro. O livro tem como título “As Árvores Me Começam: o mundo por Manoel de Barros”, e discute valores e visões de mundo presentes na obra do referido poeta.

SOBRE O AUTOR:

Kelson Gérison Oliveira Chaves é formado em História pela UECE e possui mestrado e doutorado em Ciências Sociais pela UFRN. Em 2006 ganhou seu primeiro edital, tendo publicado seu primeiro livro de poesia, intitulado Quando as Letras Têm a Cor do Sonho. Em 2009 foi novamente premiado, publicando seu segundo livro de poesia, Para Comover Borboletas, este pela editora 7Letras. Foi ainda selecionado no Prêmio Literário do Autor Cearense, em 2010, com sua pesquisa etnográfica sobre magia nas religiões afrobrasileiras, publicado em 2011 sob o título Os Trabalhos de Amor e Outras Mandingas. Mais recentemente, já em 2015, lançou seu quarto livro, este voltado para o público infantil, intitulado A História da Menina que Carregava os Olhos na Mão, premiado no IX Edital de Incentivo às Artes do Ceará e publicado pela Editora Demócrito Rocha, do grupo O Povo.

 

terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

domingo, 31 de janeiro de 2016

sábado, 30 de janeiro de 2016

Comida dos orixás

No texto “Voz e cozinha dos orixás nos terreiros campinenses”, publicado na Revista Cronos (UFRN),  Rafael Melo (UEPB) realiza uma reflexão sobre as vozes que perpassam a cozinha de santo nos terreiros de Campina Grande (PB).  A partir de uma perspectiva conceitual da oralidade, vocalidade e do imaginário, o autor mostra as vozes presentes nos espaços das cozinhas através dos utensílios, ingredientes, o fogão, as receitas e suas relações com a religião. Como afirma o autor, a comida é ditada pelos pedidos aos santos e neste espaço de percepções, são os orixás as vozes e os quereres a partir de uma mediação dos filhos de santo. A pesquisa sobre o banquete dos orixás abarca duas tradições a partir de elementos pontuais do religioso-imaginário e de dados etnográficos coletados em cinco terreiros campinenses, sendo três afro-brasileiros nagôs e dois de Nação queto. 
 

quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

Okê, Caboclo!


No calendário religioso afro-brasileiro, o mês de janeiro é dedicado aos caboclos, entidades espirituais que representa o ancestral indígena brasileiro e as populações mestiças das áreas rurais, presente em espaços religiosos com influência ameríndia, como os candomblés de caboclo, a umbanda, a jurema, a pajelança, etc. No candomblé, o mês é dedicado a Oxóssi – o orixá da caça.

Na jurema natalense todas as casas dedicam pelo menos um dia para festejar a entidade. Algumas dessas casas dedicam vários dias a entidade, como é o caso da festa para a cabocla Anair realizada por dona Audelícia Araújo, em seu Centro de Umbanda, no bairro das Quintas. Depois de uma semana de atividades no espaço do terreiro, é chegado o dia esperado por todos, quando se deslocam para um espaço ao ar livre e realizam a grande festa da cabocla. Atividade semelhante me foi relatada por juremeiros do sertão nordestino, em especial lembro-me dos detalhes narrados por Zé Pretinho, de Juazeiro do Norte, Ceará.

Acompanhei durante alguns anos o toque para os caboclos realizado no Centro Cabocla Yara, de dona Terezinha Pereira, no conjunto Soledade II. A festa reunia toda a comunidade, que incluía seus filhos que já tinham casa aberta. Todos estavam lá, participando, cantando, chamando as entidades. Em um dos principais momentos, a Cabocla Yara, em terra, distribuía mel e frutas para todos os presentes.     

segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

terça-feira, 29 de dezembro de 2015

Narrativas e Materialidades em formas expressivas das culturas populares


Dossiê “Narrativas e Materialidades em formas expressivas das culturas populares”


Dossiê “Narrativas e Materialidades em formas expressivas das culturas populares”
 
(Revista CRONOS – Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais da UFRN)
 
Artigos:

Gilmar Rocha (UFF) – A roupa animada – persona e performance na jornada dos santos reis

Anselmo do Amaral Paes (SIM/SECULT-PA) – Coisas são mais que coisas: ex-votos no Círio em Belém do Pará, expressividades e materialidades do sagrado

Marielson Carvalho (UNEB) – Cancioneiro visual de uma Bahia negra: desenhos e pinturas de Dorival Caymmi

Maria das Graças de Oliveira Costa Ribeiro (IFC) e Luiz Assunção (UFRN) – As dores no discurso epistolar dos romeiros do Padre Cícero

Rafael José de Melo (UEPB) – Voz e cozinha dos orixás nos terreiros campinenses

João Irineu de França Neto (UEPB) – Rezas de olhado e quebrante: aspectos simbólicos e performáticos

Roncalli Dantas Pinheiro (UFPB) – O lugar do santo: deslocamentos do mito de São Jorge entre arquiteturas e liturgias nos terreiros de umbanda em João Pessoa

segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

Dossiê Culturas Populares em Movência


Dossiê Culturas Populares em Movência
(Revista CRONOS – Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais da UFRN) 
Artigos publicados:

Luciano de Melo e Sousa (UEPI) e Luiz Assunção (UFRN) – A brincadeira do reisado na comunidade Cipó de Baixo (Pedro II, Piauí) e a dinâmica da tradição-modernidade.

Gisele Lourençato Faleiros da Rocha (UFRJ) – Reis de Boi: do popular à religiosidade.

Ricardo José de Oliveira Barbieri (UFRJ) – Samba de enredo e toada de boi-bumbá: a experiência dos compositores na cidade de Manaus.

Ivaldo Marciano de França Lima (UEBA) – Zé Gomes e o Maracatu Indiano: famoso e ilustre no seu tempo, desconhecido entre os maracatuzeiros da atualidade.

José Roberto Feitosa de Sena (UFPB) – Circularidades entre festa, religiosidade e espetáculo no maracatu rural de baque solto do Recife-PE.

Jean Henrique Costa (UERN) – Puxe o fole sanfoneiro! Para pensar a produção e o consumo do forró eletrônico no Rio Grande do Norte.

Roberto Antônio de Souza e Silva (FAC-CE) – Mídia e globalização: o maracatu e a cultura midiática no Brasil.

Gilvan de Melo Santos (UEPB) – Eco das vozes zumthorianas nas mídias contemporâneas.


 

quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

Culturas Populares em Movência


Culturas Populares em Movência é o título do Dossiê publicado pela Revista CRONOS – Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais da UFRN, que poderá ser acessado através do link:


domingo, 22 de novembro de 2015

"Identidade e visibilidade" na casa de Obaluaiyê







20 de novembro - Dia da consciência negra


Muitas atividades estão acontecendo nas escolas, institutos de educação, universidades e nas comunidades de terreiro, em comemoração ao dia da consciência negra. Comemorar tem o sentido especial de reflexão; pensar o processo histórico vivido, as situações e adversidades do cotidiano, o contexto socioeconômico e político da sociedade brasileira, o rumo das ações dos movimentos sociais, coletivos.
As comunidades de terreiro tem procurado fazer essa reflexão. Neste sábado passado (21), participei do encontro promovido pelo Grupo Egbé Logun (Ilê Ilê-Ifé Axé Obaluaiyê) – Extremoz-RN, que teve como tema “Identidade e visibilidade: fortalecendo princípios e conquistando espaços”.
O encontro reuniu em torno de cinquenta pessoas, desde membros da casa, como religiosos de outras casas e demais convidados. A programação teve início às oito horas da manhã, estendendo-se até às vinte horas, com diversas atividades ao longo do dia, entre as quais: oficinas de dança, capoeira; projeção de vídeos, exposições de fotografia, pintura, objetos produzidos pelos membros do grupo, como colares e camisetas; feijoada. Foram realizadas, ainda, duas mesas-redondas temáticas com a presença de membros da comunidade religiosa e professores da UFRN e IFRN.
Ao final, a apresentação do Afoxé Obaluaiyê, reuniu todos os presentes em torno da música e da dança, compartilhando projetos e esperanças comuns.           

domingo, 15 de novembro de 2015

segunda-feira, 2 de novembro de 2015

VOLTA


Estou de volta depois de alguns dias na Universidade de Nanterre (Paris X), França, participando de atividades em comemoração ao centenário de nascimento do pensador Paul Zumthor.
As atividades foram centradas em torno da vida e obra de Zumthor, organizadas a partir de três focos: poéticas medievais, poéticas da voz e poéticas nômades. Durante uma das sessões apresentei uma comunicação com o título: Rituels religieux em mouvement: pour un dialogue de l’anthropologie avec Paul Zumthor.
O encontro contou com a participação de professores de diversas universidades, como: Paris X, Paris VIII, Paris IV, Chambéry (França), Lyon (França), Collège de France, Laval (Canadá), Montréal (Canadá), Duke Univesity (USA), UFBA, UFOB,UNEB, UFRN, UFS (Brasil).