Alhandra e o clã do Acais
Em 1864, dois anos após a extinção dos aldeamentos indígenas na freguesia de Alhandra, inicia-se a medição e demarcação das terras indígenas na Paraíba, dividindo-as em lotes e entregues com seus respectivos títulos aos índios, na qualidade de posseiros. Segundo a documentação oficial da época, Inácio Gonçalves de Barros, ultimo regente dos índios de Alhandra, recebeu 62:500 braças quadradas de terras, em um lugar denominado Estivas. Documentos demonstram, ainda, a insatisfação do regente, através de pedido de restituição das terras dos índios. Para os juremeiros da região nordeste, Alhandra é uma das mais fortes referências mitológicas e simbólicas da prática do catimbó e da ciência da jurema. Essa tradição foi cultuada e mantida pelo mestre Inácio e seus descendentes. Mestre Inácio era irmão da mestra Maria Gonçalves de Barros, a primeira Maria do Acais e pai do meste Casteliano Gonçalves e de Maria Eugenia Gonçalves Guimarães, a segunda e prestigiosa Maria do Acais. A segunda Mari...
Oi!
ResponderExcluirNão sei se vai interessar, mas saiu no DOU de hoje, 26/10/2012:
EDITAL DE CHAMAMENTO PÚBLICO
SELEÇÃO DE PROJETOS VOLTADOS À GESTÃO INTEGRADA DO PATRIMÔNIO CULTURAL EM TERREIROS TOMBADOS PELO IPHAN. DEPARTAMENTO DO PATRIMÔNIO IMATERIAL
Mais detalhes:
http://www.in.gov.br/visualiza/index.jsp?data=26/10/2012&jornal=3&pagina=21&totalArquivos=276
Boa sorte!
Amigo, agradecemos pela mensagem enviada. Aproveitamos para reforçar que estas notícias são sempre bem vindas. Abraço. Luiz Assunção.
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