20 de novembro - Dia da consciência negra
Muitas atividades estão acontecendo nas escolas,
institutos de educação, universidades e nas comunidades de terreiro, em comemoração
ao dia da consciência negra. Comemorar tem o sentido especial de reflexão; pensar
o processo histórico vivido, as situações e adversidades do cotidiano, o
contexto socioeconômico e político da sociedade brasileira, o rumo das ações
dos movimentos sociais, coletivos.
As comunidades de terreiro tem procurado fazer essa
reflexão. Neste sábado passado (21), participei do encontro promovido pelo
Grupo Egbé Logun (Ilê Ilê-Ifé Axé Obaluaiyê) – Extremoz-RN, que teve como tema “Identidade
e visibilidade: fortalecendo princípios e conquistando espaços”.
O encontro reuniu em torno de cinquenta pessoas, desde
membros da casa, como religiosos de outras casas e demais convidados. A
programação teve início às oito horas da manhã, estendendo-se até às vinte
horas, com diversas atividades ao longo do dia, entre as quais: oficinas de
dança, capoeira; projeção de vídeos, exposições de fotografia, pintura, objetos
produzidos pelos membros do grupo, como colares e camisetas; feijoada. Foram
realizadas, ainda, duas mesas-redondas temáticas com a presença de membros da
comunidade religiosa e professores da UFRN e IFRN.
Ao final, a apresentação do Afoxé Obaluaiyê, reuniu todos
os presentes em torno da música e da dança, compartilhando projetos e
esperanças comuns.
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