Recebi convite da Yalorixá Terezinha, do Parque dos Coqueiros, para participar da festa aos mestres da jurema, que ela realiza logo mais às 20 horas no seu espaço religioso.
Muito obrigado, sinto-me honrado de sua amizade. Espero um dia poder conhecê-lo pessoalmente. Desejo um Feliz Natal e um Ano Novo repleto de Bençãos dos Sagrados Orixás!
Professor, boa noite, gostaria de manter contato com o Sr, cheguei a conhecer um orientando vosso em um congresso na cidade de Campina Grande, mas perdi vosso contato, por favor, poderia me enviar vosse e-mail, muito me interessa conhecer sua proposta de estudo e apresentar um pouco da nossa. Sou aluno do mestrado em ciencias das religioes da UFPb e pesquisador do Kuaba Atakba no programa acima citado e admirador de suas pesquisas.
É com muito prazer que recebo a mensagem de vcs. Aproveito para enviar um forte abraço para Pai Evandro e informar para o Sócrates meu e-mail: lassuncao@ufrnet.br Desejo boas festas para todos os amigos. Luiz Assunção.
Em 1864, dois anos após a extinção dos aldeamentos indígenas na freguesia de Alhandra, inicia-se a medição e demarcação das terras indígenas na Paraíba, dividindo-as em lotes e entregues com seus respectivos títulos aos índios, na qualidade de posseiros. Segundo a documentação oficial da época, Inácio Gonçalves de Barros, ultimo regente dos índios de Alhandra, recebeu 62:500 braças quadradas de terras, em um lugar denominado Estivas. Documentos demonstram, ainda, a insatisfação do regente, através de pedido de restituição das terras dos índios. Para os juremeiros da região nordeste, Alhandra é uma das mais fortes referências mitológicas e simbólicas da prática do catimbó e da ciência da jurema. Essa tradição foi cultuada e mantida pelo mestre Inácio e seus descendentes. Mestre Inácio era irmão da mestra Maria Gonçalves de Barros, a primeira Maria do Acais e pai do meste Casteliano Gonçalves e de Maria Eugenia Gonçalves Guimarães, a segunda e prestigiosa Maria do Acais. A segunda Mari...
A mesa é a principal cerimônia ritualística da Jurema, realizada em sessões reservadas de consulta ou durante as festas públicas de consagração dos juremeiros. Só os consagrados serão os eleitos a integrar uma mesa, colocando-se ao redor desta, recitando orações, cantando, balançando o maracá, fumando cachimbos, bebendo a jurema e chamando os mestres encantados. Entre os objetos rituais, no centro da mesa, colocam a princesa, mais um recipiente com água e, ao redor desta, copos e cálices com água, representando a cidade da jurema. Compõem ainda a mesa, velas acesas, cachimbos, maracás, crucifixo, sineta e a bebida jurema. Nesta segunda-feira passada, dia 18, fui convidado por Pai Marcone (Marcone Correa Lins), do Ilê Axé Iaominlaiô Ogumxá (Loteamento José Sarney, Natal/RN), a participar dos trabalhos da abertura anual de sua Mesa de Jurema. Neste espaço religioso a Mesa é realizada semanalmente, destinada principalmente ao desenvolvimento dos médiuns e ao atendimento de sua comunidade...
Minha amiga Senadora, obrigado pela informação, vou conferir sim. Abraço. Luiz.
ResponderExcluirProf. Luiz Assunção,
ResponderExcluirMuito obrigado, sinto-me honrado de sua amizade.
Espero um dia poder conhecê-lo pessoalmente.
Desejo um Feliz Natal e um Ano Novo repleto de Bençãos dos Sagrados Orixás!
Professor, boa noite, gostaria de manter contato com o Sr, cheguei a conhecer um orientando vosso em um congresso na cidade de Campina Grande, mas perdi vosso contato, por favor, poderia me enviar vosse e-mail, muito me interessa conhecer sua proposta de estudo e apresentar um pouco da nossa. Sou aluno do mestrado em ciencias das religioes da UFPb e pesquisador do Kuaba Atakba no programa acima citado e admirador de suas pesquisas.
ResponderExcluirSócrates
É com muito prazer que recebo a mensagem de vcs. Aproveito para enviar um forte abraço para Pai Evandro e informar para o Sócrates meu e-mail: lassuncao@ufrnet.br
ResponderExcluirDesejo boas festas para todos os amigos. Luiz Assunção.